2º vídeo sobre meus cabelos

Oi gente!!! Estou aqui novamente agora para mostrar a vocês os resultados dos produtos e remédios que tenho utilizado para tratar dos meus cabelos. No blog eu tenho um post com o primeiro filme que fiz, vocês podem comparar o primeiro filme com esse, o cabelo realmente cresceu bem, levando em conta que meu cabelo nunca crescia, cresceu bastante entre esses 8 meses do primeiro filme para o segundo. E eis aqui os filmes:

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Propecia ou finasterida? Você tomaria?

Oi gente!!! Estou aqui para falar de um remédio que, para muitos, não é funcional para mulheres, mas eu digo, para mim ajudou e muito. Estou falando da Finasterida ou Propecia, remédio para calvície masculina. Alguns médicos especialistas dizem que a finasterida não faz efeito nas mulheres, mas penso que não é bem assim. Para mim ajudou e muito em minha queda de cabelos, meus cabelos agora, depois de 6 meses de uso, têm muito volume e a queda diminuiu 200% (digo 200 porque cabelos sempre caem em média 100 fios por dia e isso é normal, mas o meu nem 2 fios caem por dia, e, na hora da lavagem, em média caem 150 fios, muito bom número, não?). Aquitrago abaixo mais informações sobre o remédio e riscos que ele pode causar.

Finasterida  

A calvície pode ser evitada em 86% dos casos Aqueles que estão perdendo os cabelos devido à alopécia androgênica têm uma chance de evitar a calvície. A finasterida atua bloqueando o processo que leva à queda dos cabelos. Segundo os estudos realizados pelo laboratório que pesquisou o seu uso para o tratamento da alopécia, a finasterida interrompe a evolução da calvície em 86% dos homens tratados.

O medicamento era originalmente utilizado para o tratamento do aumento da próstata. A observação de seus efeitos sobre a calvície de pacientes que utilizavam o produto, chamou a atenção do laboratório que, reduzindo a concentração da finasterida, manteve os resultados sobre os cabelos e praticamente eliminou a incidência de efeitos colaterais indesejáveis.

Como funciona

A finasterida atua bloqueando a ação da enzima (5-alfa-redutase) que transforma a testosterona em diidrotestosterona, hormônio que promove a miniaturização dos pêlos até a sua atrofia, cujo resultado final é a calvície. Com o bloqueio da enzima, os pêlos que ainda não atrofiaram (pêlos velus) podem voltar a crescer, recuperando áreas que estavam rarefeitas. O efeito de repilação pode ocorrer em 48% dos homens que usaram a finasterida por 1 ano e em 66% dos que usaram por dois anos (dados fornecidos pelo laboratório responsável pelos estudos).

Para manutenção do resultado, o tratamento deve ser contínuo pois, com a sua interrupção, os cabelos voltam cair no mesmo ritmo de antes. O tratamento deve ser prescrito e acompanhado pelo médico dermatologista que irá avaliar a necessidade de solicitar exames antes de iniciá-lo.

O tratamento não é indicado para mulheres portadoras de alopécia androgênica, devido ao risco de feminização de fetos masculinos em caso de uso da medicação durante a gravidez.

Algumas perguntas e respostas sobre o remédio e o tratamento

Quais os efeitos colaterais do remédio FINASTERIDA que tem sido usado para queda de cabelo?

A maioria dos efeitos colaterais da finasterida foram observados com a dose de 5mg para doenças urológicas (próstata), mas mesmo na dose de 1mg como a utilizada em dermatologia (alopécia) os efeitos são os mesmos a longo prazo, falando a favor de uma “impregnação” do organismo.

Uma verdade sobre a finasterida é a diminuição da libido, sem impotência, apenas um “desinteresse” pelo sexo, que quando solicitado, “funciona”. Em vários clientes, pudemos notar que houve diminuição da testosterona a níveis muito baixos, o que explica a perda da libido. Também houveram queixas de cansaço físico ou perda de condicionamento físico e diminuição do líquido ejaculado, possivelmente também explicado pela baixa testosterona.

Como a finasterida realmente funciona para evitar a queda dos cabelos (dificilmente repõe) e a vida média dela é longa (dias), orienta-se a alguns clientes a intercalarem os dias de uso da medicação, objetivando diminuir seus efeitos colaterais sobre a sexualidade, sem prejudicar o efeito sobre o couro cabeludo.

Os efeitos são reversíveis com a descontinuação da finasterida e é lógico, os cabelos voltam a cair após algum tempo.

 

Uso o medicamento finasterida há nove meses e o resultado não é muito satisfatório. Há necessidade de um período de descanso?

Não sei lhe informar, estando o dermatologista mais indicado. Posso lhe adiantar que a finasterida não repõe cabelo, apenas evita a queda dos já existentes.
 

Caso eu planeje ter um filho, devo descontinuar a utilização da droga?

Obrigatoriamente.
 

Quais os efeitos deste medicamento em relação à fertilidade? Serei estéril por usar o finasterida por um bom tempo?

Diminuem sensivelmente a espermatogenese (produção) de espermatozóides. Os efeitos, até onde sabemos, na dose de 5mg/dia utilizada para próstata, sobre a potência e espermatogênese são reversíveis, mesmo após anos de uso.  Além disto, a finasterida manipulada tem biodisponibilidade (absorção nas 24 horas) irregular. Uma opção seria o uso da finasterida tópica a 0,1% + minoxidil 5%, aplicada no couro cabeludo.
 

Uso Finasterida para a queda de cabelos e minha pressão aumentou bastante após o início do tratamento. A causa pode ser o uso deste medicamento?

Por ser um hormônio, a Finasterida, embora em dose baixa, pode reter sódio e com isto aumentar a pressão arterial, pois o sódio vai reter por sua vez água, aumentando o trabalho do coração. Consulte o dermatologista ou um cardiologista para ver se existe algum outro fator de risco para a hipertensão envolvida, pois é raro que a Finasterida cause isto, mesmo em doses cinco vezes maiores, como as usadas para próstata.

Uso Finasterida há 3 anos e minha esposa ficou grávida. Existe algum risco?

A finasterida por ser um hormônio pode, em contato com a mulher grávida, mesmo que seja apenas por manipular os comprimidos, ocasionar virilização no feto e no bebê de sexo feminino. Assim, o melhor é orientá-la a não manipular os comprimidos e não ter contato nenhum com a substância.
Pelo esperma não há problema.

Bom, eu recomendo para quem tem muita perda de cabelos, como eu tinha, realmente funciona, o problema é que o remédio é caro e, muitas vezes, controlado por receita. Ma se você já tentou de tudo para melhorar a queda e nada reslve, está na hora de tentar a finasterida. E viva os novos cabelinhos!!!

Lindos cabelos crespos…você também pode ter!!!

Oi gente!!! Amanhã entro em férias e vou estar duas semanas longe, portanto, sem tempo para escrever no blog. Mas antes disso, preparei umas fotos para mostrar como meus cabelos melhoraram com bons produtos para hidratação, vitaminas, uma boa alimentação, exercícios, remédios para estimulação do crescimento e… belos cabelos crespos!!! Em meus postseu venho sempre escrevendo e descrevendo o que faço com meus cabelos e agora as fotos para mostrar o quanto estão belos os cachos…uma mudança para melhor!!!!

Opinem sobre as fotos se quiserem. E para saber o segredo do bonito cabelo crespo, basta ler os posts do blog. Voltarei em duas semanas das férias, até lá!!!!

Cabelos em queda – Felizmente, calvície feminina tem solução

Quando o assunto é diagnóstico e cura de doenças do cabelo e do couro cabeludo, fale com um tricologista. São os médicos especializados na área. Acredite, há métodos muito precisos para diagnosticar qualquer problema capilar, seja em homens ou mulheres. As mulheres que se deparam, frequentemente, com fios de cabelo soltos na fronha, no ralo do banheiro, na escova, etc., já devem ficar atentas. Se quando os fios caem, logo dão lugar a outros, tudo bem. “O cabelo tem um ciclo de crescimento, de estabilização, de descanso e de queda, que ocorre a cada dois anos”, explica o diretor do Instituto do Cabelo e presidente da Sociedade Brasileira de Tricologia, Luciano Barsanti, autor do livro Dr. Cabelo, da editora Elevação. Segundo Barsanti, as mulheres têm muito mais cabelo do que os homens. Por isso, só notam o problema quando já perderam cerca de 30% dos fios. “Vêm ao consultório dizendo que, ao subirem a escada rolante espelhada do shopping, repararam no couro da cabeça”, conta Barsanti. Para identificar o problema, o médico faz uma microscopia eletrônica do bulbo capilar. Usa um aparelho que funciona como uma espécie de scanner do couro cabeludo, aumentando em 8 mil vezes o fio e o couro da cabeça. O resultado é um diagnóstico preciso, com a verificação do estágio da queda e a indicação de um tratamento personalizado. Alterações hormonais, estresse, depressão, ovários policísticos, doenças autoimunes, deficiências nutricionais, medicamentos, drogas ilícitas e álcool, alterações psiquiátricas, quimioterapia e até anorexia são as causas mais frequentes da perda capilar nas mulheres. O problema é observado na faixa etária dos 12 aos 60, sendo mais comum entre as de 25 a 45 anos. “Isso ocorre, principalmente, nas dietas sem acompanhamento médico.” A boa notícia é que é possível reverter o quadro em qualquer idade, desde que o bulbo capilar esteja vivo. Entre as soluções, há tratamentos não invasivos, como laser de baixa penetração e infusão transiônica, que permite a aplicação de substâncias ativadoras do bulbo sem o uso de agulhas e aplicações. Cerca de 80% das pacientes do Instituto do Cabelo apresentam caspa e seborréia (grande quantidade de óleo produzido pelas glândulas sebácias), o que provoca uma irritação na epiderme, a dermatite seborreica. Entre os tratamentos, há substâncias fitoterápicas e orgânicas aplicadas por uma espécie de pelling do couro cabeludo. “Há terapias sendo desenvolvidas para estimular cabelos enfraquecidos a crescerem mais fortes, e até estudos de tratamentos com uso de células-tronco e clonagem. Tem uma empresa japonesa fazendo uma investigação e gastando milhões com isso”, conta o dermatologista Arthur Tykocinski, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e diretor da Sociedade Internacional de Transplante Capilar. Segundo ele, será possível até realizar testes genéticos para que a mulher tenha uma estimativa da probabilidade de perda dos fios. Vale ressaltar que, quando a queda dos fios é associada a outros problemas, o tratamento capilar deve ter assistência multiprofissional, de endocrinologista (avalia as condições da tireoide), ginecologista (verifica possíveis problemas hormonais), nutricionista (avalia a segurança alimentar) e até psiquiatra e psicólogo.

Cansada de tentar os mais diversos tratamentos para combater a queda dos fios, Glória (nome fictício) desistiu de ir a consultórios e recorreu ao tratamento sugerido pelo seu cabeleireiro, Fernando Barros, à base de algas. “Ele disse que eu notaria a diferença em três meses, mas, em menos de um, notei que meus cabelos pararam de cair, ganharam vida e ficaram mais cheios”, conta ela, que aprendeu com ele a massagear a cabeça por alguns minutos antes de lavar.

PERDA POR TRAÇÃO

Repare em quem prende muito os cabelos, amarrando-os para trás: começam a aparecer “entradas“. “São as chamadas alopecias (quedas) cosméticas, por uso excessivo de tiaras, prendedores, e de penteados como rabo-de-cavalo e apliques”, diz Barsanti. A professora universitária Gabriela Scur, de 35 anos, sofre com a queda dos fios desde os seus 18 anos, causada por problemas emocionais. “Não posso ficar nervosa que o cabelo quebra e cai. Fiz até biópsia, mas não descobriram nada.” Tomou remédios fortíssimos, que até deram resultado. Numa ocasião, decidiu fazer megahair para sentir o gostinho de ter cabelo comprido (o dela sempre cresceu até a altura dos ombros). “Na primeira manutenção, quando tirei as mechas, vi que meu cabelo havia ficado chanel. Chorei.” QUANDO O FIO ATROFIA Mais grave é o diagnóstico de dihidrotestosterona (DHT), um agente que acaba com o bulbo capilar. “Ele age discretamente. Destrói a raiz do cabelo, que muitas vezes nem cai: o fio é afinado e, com o tempo, desaparece”, explica o tricologista Barsanti. O problema é que, na mulher, o DHT se espalha por toda a cabeça. Já no homem, o problema é localizado, possibilitando tratamentos como implantes. “É preciso saber se a área do couro cabeludo de onde esses fios vão ser retirados ainda está saudável, com bulbos vivos, para não implantar um cabelo doente”, explica Tykocinski, que constatou que apenas 30% das mulheres com DHT atendidas em seu consultório enquadravam-se nessa situação. “O cabelo é só a ponta do iceberg. Temos de investigar o todo.”

 O QUE VOCÊ PRECISA SABER

Fatores de risco: – Consumo excessivo de cigarro, café, açúcar, anfetamina.

Doenças: câncer, depressão, alterações da glândula tireoide, diabetes, tuberculose, doenças infecciosas do aparelho urinário, sinusites e viroses.

Hábitos: amarrar o cabelo com elástico.

Lendas – Cabelo fino não é sinônimo de cabelo fraco. Fraco é cabelo que afina. – Não há contra-indicação para tintura, nem para alisamento, desde que seja feito com produto legalizado e por profissional capacitado. – Pode-se usar cosméticos para hidratação Conselhos – Evite automedicação e soluções paliativas. Se a pessoa tem alteração na tireoide, por exemplo, o problema não vai ser resolvido com tratamento para a queda. – Atente-se aos asteriscos dos produtos cosméticos.

Fonte Estadão